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SOFIA identifica campos magnéticos na nebulosa de tarântula

Uma nova pesquisa do Observatório Estratosférico de Astronomia Infravermelha (SOFIA) mostrou que os campos magnéticos em 30 Doradus - uma região de hidrogênio ionizado no coração da Grande Nuvem de Magalhães - podem ser a chave para seu comportamento surpreendente. A maior parte da energia em 30 Doradus, também chamada de Nebulosa Tarântula, vem do aglomerado estelar massivo perto de seu centro, R136, que é responsável por múltiplas conchas gigantes e em expansão de matéria. Mas nesta região perto do núcleo da nebulosa, dentro de cerca de 25 parsecs de R136, as coisas são um pouco estranhas. A pressão do gás aqui é menor do que deveria ser perto da intensa radiação estelar do R136, e a massa da área é menor do que o esperado para que o sistema permaneça estável.

Usando a Câmera de Banda Larga Aerotransportada Plus (HAWC+) de alta resolução da SOFIA, os astrônomos estudaram a interação entre campos magnéticos e gravidade em 30 Doradus. Os campos magnéticos, ao que parece, são o ingrediente secreto da região. Para saber mais sobre o SOFIA ouça o episódio 84 do podcast Astronomia e Astronáutica.


30 Doradus
30 Doradus

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