A Terra vista da Lua
- Astronomia e Astronáutica

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A primeira imagem mostra o pôr da Terra capturado pela janela da espaçonave Orion capturada no dia 6 de abril de 2026. Uma Terra azul suave com nuvens brancas brilhantes se posiciona atrás da superfície lunar repleta de crateras. A parte escura da Terra está vivendo a noite. No lado diurno da Terra, nuvens giratórias são visíveis sobre a região da Austrália e Oceania. Em primeiro plano, a cratera Ohm possui bordas em terraços e um piso plano interrompido por picos centrais. Picos centrais se formam em crateras complexas quando a superfície lunar, liquefeita no impacto, respinga para cima durante a formação da cratera. A segunda imagem também de 06/04 se encaminhando para passar atrás da Lua, cerca de 6 minutos antes disso acontecer. A Terra está em fase crescente, com a luz solar vindo da direita. A parte escura da Terra está vivendo a noite. No lado diurno da Terra, nuvens giratórias são visíveis sobre um azul apagado na região da Austrália e Oceania. As linhas de pequenas reentrâncias na superfície acidentada da Lua são cadeias secundárias de crateras. Essas estruturas são formadas por material ejetado durante um impacto primário violento. Na terceira imagem vemos a Terra se pondo tendo em primeiro plano o lado oculto da Lua. A bacia Orientale está situada na borda da superfície lunar visível. A Bacia Hertzsprung aparece como dois anéis concêntricos sutis, que são interrompidos por Vavilov, uma cratera mais jovem sobreposta à estrutura mais antiga. Na quarta imagem a superfície lunar preenche o quadro com detalhes nítidos. Esta imagem foi capturada apenas três minutos antes da espaçonave Orion e sua tripulação passarem atrás da Lua e perderem contato com a Terra por 40 minutos antes de emergirem do outro lado. Nesta imagem, a parte escura da Terra está vivendo a noite, enquanto no lado diurno, nuvens girantes são visíveis sobre a região da Austrália e Oceania. No primeiro plano, a cratera Ohm apresenta bordas em terraços e um piso relativamente plano marcado por picos centrais — formados quando a superfície ricocheteou para cima durante o impacto que criou a cratera.
Fonte: NASA.








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